Lionel Messi Futebolista

Considerado o melhor jogador Argentino

Campeão no Campeonato do Mundo de Sub-20 da FIFA

Campeão da Europa pelo Barcelona em 2005-2006

Considerado por muitos o sucessor de Diego Maradona

"POR VEZES COISAS NEGATIVAS PODEM TORNAR-SE POSITIVAS"

 

«Quando tinha 11 anos, foi-me diagnosticado um problema hormonal que afectou o meu crescimento. Apesar de ser mais pequeno que os outros, tornei-me mais ágil. Aprendi a jogar futebol com a bola no chão porque era onde me sentia mais confortável para jogar. Hoje compreendo que, por vezes, coisas negativas podem tornar-se positivas. IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Messi foi para Espanha e para a equipa do Barcelona (onde se notariou) precisamente por causa da sua doença. Os seus pais não tinham dinheiro para pagar os tratamentos e o Barcelona aceitou ajudar. Aquele que parecia ter sido o factor para acabar com a sua carreira, foi o factor do seu lançamento...

No passado dia 18.04.07, Messi marcou um dos golos mais lindos da história do futebol, só igualado por Maradona no Mundial de 86 frente à Inglaterra. Finta 4 jogadores, percorrendo todo o meio-campo. Por fim, finta o guarda-redes e marca o golo. Veja o video em baixo...

 

 

David Beckam Futebolista

Campeão da Europa e da Taça Intercontinental, pelo Manchester United em 1999

Considerado melhor jogador do mundo em 1999 pela FIFA

Capitão da Selecção Inglesa de 2000-2006

"TODOS PASSAM POR TEMPOS DIFÍCEIS; O IMPORTANTE É SUPERÁ-LOS"

 

«Ainda me recordo de 1998. É claro, preferia que não tivesse acontecido. Como reagi, ainda e apenas um jovem... Penso que chorei durante 5 ou 10 minutos, literalmente. Estava a receber ameaças de morte. Nunca me senti seguro durante três anos e meio. Pode deitar uma pessoa tão abaixo que ela só pensa simplesmente em desistir. Depois de ter marcado o golo contra a Grécia, todos os jornalistas desportivos levantaram-se e começaram a aplaudir-me. Receber essa reacção dos críticos mais acutilantes... Para mim, foi algo enorme. Passarão por tempos difíceis. O que importa realmente é superá-los. IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Yelena Isinbayeva Atleta de Salto à Vara

20 Recordes do Mundo

"ONDE COMEÇAS NÃO É NECESSARIAMENTE ONDE ACABAS"

 

«Desde criança, sonhava em ser a grande campeã mundial de ginástica. Mas como era muito alta tornou-se difícil. Por isso deixei a ginástica. Depois o meu treinador disse-me: "Porque é que não experimentas Salto à Vara? E eu disse: O quê? O que é isso? Quando comecei a saltar disseram-me que, no futuro, iria saltar 5 metros. E eu disse "estão loucos". Ano após ano tenho vindo a melhorar. E agora tenho 20 recordes mundiais. Onde começas não é necessariamente onde acabas. IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Gilbert Arenas Basquetebolista

Joga no All Star da NBA

"QUANDO MAIS NINGUÉM ACREDITA EM NÓS, TEMOS QUE ACREDITAR EM NÓS PRÓPRIOS"

 

«Quando entrei para a NBA, fiquei no banco durante os primeiros 40 jogos da minha carreira. Diziam que eu iria jogar zero minutos. Penso que simplesmente não viam o talento que eu tinha. Pensavam que eu era um zero. Em vez de ficar ali sentado a sentir pena de mim, simplesmente treinei, treinei... Se ninguém acreditar em nós, qualquer coisa que façamos é positiva. Já não se tratava sequer de basquetebol. Tratava-se de provar que estavam todos errados. Agora, o motivo pelo qual uso o nº0 é porque permite-me saber que preciso ir à luta todos os dias. IMPOSSÍVEL É 0.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Jeremy Wariner Velocista dos 400 M

Medalha de Ouro Olímpica

"TEMOS QUE COMEÇAR POR ALGUM LADO, TEMOS QUE ACABAR EM ALGUM LADO E TEMOS QUE CONCENTRAR-NOS AO FAZÊ-LO"

 

«Quando criança, era hiperactivo... Sempre de um lado para o outro... Senti que tinha nascido para correr. Corri pela minha escola. Corri pela minha Universidade. Agora corro pelo meu País. Mesmo com 70 anos quero continuar a correr. Algumas pessoas perguntam: "Porque é que corres?" E eu pergunto-lhes: "E tu, porque é que paraste de correr? IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Jonah Lomu Jogador de Râguebi

All Blacks da Nova Zelândia, 1994-2002

"TEMOS QUE LUTAR POR CADA PASSO PARA CHEGAR AO IMPOSSÍVEL"

 

«Quando um dos melhores especialistas de rins sentou-se à minha frente e disse: "Podes ficar o resto da tua vida numa cadeira de rodas", foi duro aceitar. Na verdade, não aceitei. Para alguém habituado a correr à volta do mundo a jogar râguebi, tal como eu estava, ficar preso a uma máquina 8 horas por dia, 6 dias por semana... tive que olhar para dentro de mim e encontrar forças. Três anos depois, consegui pisar outra vez um campo de  râguebi, quando parecia impossível. Tive que lutar por cada passo para chegar até aqui. IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Allyson Felix Velocista dos 200 M

Campeã do Mundo

"AS PESSOAS QUE NOS DEITAM ABAIXO PODEM INCENTIVAR-NOS A FAZER COISAS QUE NÓS PRÓPRIOS PENSARÍAMOS NUNCA SER CAPAZES"

 

«Comecei a jogar basquetebol e a minha alcunha era "pernas de galinha". Não fiquei muito satisfeita com isso. Depois percebi que, embora as minhas pernas sejam magrinhas, posso ser forte. Então fiz provas para a equipa de Atletismo e o que queria era provar que estavam todos errados. Depois comecei a correr contra velocistas profissionais e simplesmente transformei alguns dos meus sonhos em realidade. As pessoas que nos deitam abaixo podem incentivar-nos a concretizar coisas que provavelmente nós próprias pensaríamos nunca ser capazes. Chamaram-me "pernas de galinha" - simplesmente o uso como motivação. Ainda hoje me chamam isso. IMPOSSÍVEL É NADA.» [Campanha da Adidas "Impossible Is Nothing"].

 

Wilma Rudolph

«(…) ganhou três medalhas de ouro nas Olimpíadas de 1960 (…). O que ela realizou não é tão impressionante quanto o que ela venceu.

Quando criança, Wilma contraiu poliomielite e não podia andar sem muletas. Depois, aos 13 anos ela recuperou o uso das pernas e seguiu em frente até se tornar a mulher mais rápida de seu tempo.

Mas os seus desafios não foram apenas físicos. Tendo nascido numa família com mais 21 irmãos, pobre e negra, ela inspirou-nos ao vencer a pobreza e o preconceito racial. Ela disse: «as palavras “Não posso” nunca fizeram parte do meu vocabulário».

[Bob e Debby Gass; "A Palavra para hoje"; UCB Portugal; Nº2 Janeiro-Março 2007; p. 58]

 

Scott Hamilton

«Aos dois anos (…) parou de crescer devido a uma enfermidade de infância que quase o matou. Mas os seus pais encorajaram a sua reabilitação ensinando-o a esquiar, e o resto é história!» [Bob e Debby Gass; "A Palavra para hoje"; UCB Portugal; Nº2 Janeiro-Março 2007; p. 58]

Venceu todas as competições dos EUA e internacionais entre 1981 e 1984, coroando a sua carreira com uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Inverno em Sarajevo de 1984.

 

Brad Parks

«Em 1976, quando (…) ficou ferido num acidente que o deixou numa cadeira de rodas, ele fortaleceu os seus braços arremessando bolas de ténis contra a porta da sua garagem. Três anos mais tarde, Brad criou a Fundação Nacional de Ténis em Cadeiras de Rodas.»

[Bob e Debby Gass; "A Palavra para hoje"; UCB Portugal; Nº2 Janeiro-Março 2007; p. 58]

 

Helen Keller

«Aos 19 meses, (…) contraiu uma doença que acabou por deixá-la cega e surda. Naqueles tempos, as pessoas rotuladas como “surdo-mudos” eram classificadas como idiotas. Mas os pais de Helen não concordavam com isso. Eles contrataram a professora Anna Sullivan para trabalhar com ela e Helen conseguiu aprendeu a ler e escrever usando o método Braile.

Surpreendentemente, em 1904 ela formou-se com louvor na Universidade Radcliffe e depois dedicou a sua vida a ajudar as pessoas. O filantropo Andrew Carnegie pagava-lhe uma renda anual. Escritores como Mark Twain e Robert Louis Stevenson louvaram-na e quase todos os Presidentes dos seus dias a convidaram para ir à Casa Branca.

Embora Helen tenha falecido em 1968, o seu legado de coragem permanece até aos nossos dias. Quando lhe perguntaram se havia alguma coisa pior do que ser cega, Helen respondeu: “Sim, há, é poder ver mas não ter visão”.»

[Bob e Debby Gass; "A Palavra para hoje"; UCB Portugal; Nº2 Janeiro-Março 2007; p. 58]

 

Thomas Edison

«Aos 12 anos (…) desenvolveu uma perda da audição tão grave que os seus professores recomendaram que ele fosse retirado da escola. Em vez disso, Edison usou a sua deficiência para eliminar as distracções e concentrar-se no seu trabalho.

Como resultado, o rapaz que havia sido rotulado como “alguém com dificuldade de aprendizagem” deu ao mundo cerca de 1.000 invenções, entre elas a lâmpada, o fonógrafo e a câmara de filmar.»

[Bob e Debby Gass; "A Palavra para hoje"; UCB Portugal; Nº2 Janeiro-Março 2007; p. 58]